Osmar Casagrande ministra oficinas literárias em Gurupi  Foto: Auro Giuliano/FCT Dentro da edição do Programa Mais Perto de Você que está sendo realizada em Gurupi, a FCT - Fundação Cultural do Tocantins se faz presente com um stand montado para a divulgação de fotografias, livros de autores tocantinenses e outro objetos que fazem parte do acervo artítico e cultural do Tocantins. A novidade desteano são as oficinas de Literatura (poesia e contos), que estão sendo ministradas pelo gerente de Literatura da FCT, Osmar Casagrande e que tem atraído a atenção, principalmente, de estudantes e professores.
Na quinta-feira pela manhã, Casagrande esteve no Colégio Paroquial Bernardo Sayão e falou sobre a construção poética e suas vertentes para uma platéia atenta de 100 alunos. Posteriormente, manteve contatos com integrantes da Academia Gurupiense de Letras e com artistas lolcais num intercâmbio cultural que considerou muito proveitoso. Já à noite, à convite do escritor e professor universitário Gil Correia, ministroui palestra para os acadêmicos do sexto período do curso de Jornlismo. Nesta sexta-feira, 22, à noite, Casagrande é o convidado especial do Centro de Atividades do Sesc Ler de Gurupi, onde além de participar do Dia "D" da leitura, proferirá duas palestras para os alunos da EJA - Educação de Jovens e Adultos.(Zacarias Martins)
Escrito por AGL às 18h24
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Em comemoração ao Dia do Trabalho, o Instituto Juarez Moreira, promoveu em sua sede em Gurupi, uma movimentada programação que incluiu atividades culturais votadas para a comunidade. Na oportunidade, o poeta e escritor Zacarias Martins, a convite da Fundação Cultural do Tocantins, ministrou uma oficina literária onde discorreu sobre a desconstrução textual para a revitalização redacional.
Martins destacou que os grandes avanços tecnológicos que surgiram a partir do advento do fenômeno da globalização, permitiram importantes conquistas no campo da oferta da produção textual, porém, também contribuíram para a proliferação indiscriminada de uma literatura cada vez mais descartável. Por isso acredita ser imprescindível uma nova conscientização do fazer literário, de forma responsável, principalmente, por aqueles que são formadores de opinião.
"Torna-se decisivo que cada gesto se erga a partir de uma compreensão dos limites do discurso e que a estratégia do trabalho textual se comece por dar de empréstimo às palavras e aos fragmentos em circulação", finalizou o escritor
Escrito por AGL às 22h26
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Por Zacarias MartinsExpoente do movimento literário contemporâneo no Estado do Tocantins, escritor Osmar Casagrande está com seu primeiro livro de poesias na praça. Trata-se de A Casa - (in)cômodos (di)versos (Editora Kelps, de Goiânia, 132 páginas), onde o autor foi buscar no romantismo a inspiração para exteriorizar belas páginas poéticas. Em 2002 Casagrande já havia lançado Retalhos, livro de contos.
Poeta plural e que tem por diretriz não se prender a temas ou estilos pré-estabelecidos, Osmar Casagrande consegue produzir uma poesia vibrátil e ao mesmo tempo multiforme e irisada, combinações essas que contribuem sobremaneira para cativar ainda mais o leitor ao se deparar com belas páginas poéticas.
Em seu exercício de constante ressignificação, A Casa é, em verdade, uma planta arquitetônica da vila / cidade / país / mundo em sua amplitude de intencionalidades. É uma casa mundana, onde não faltam as aventuras de altos voos do espírito, à qual o autor nos convida constantemente a penetrar, ocupar, gozar, num à vontade desses do interior.
“No livro faço a apresentação de cada cômodo. Desse modo o visitante saberá sempre o que há em cada um deles antes de aventurar-se. Aliás, penso que isso ajuda em muito orientar o sentido da ideia casa”, explica o autor, fazendo um convite especial para que o leitor adentre nesse recinto totalmente impregnado de poesia da melhor qualidade.
Osmar Casagrande é natural de Presidente Epitácio (SP). Graduado em Publicidade e Propaganda, tem ainda destacada atuação como ator, dramaturgo, contista, apresentador em TV, documentarista e poeta. É membro fundador da Academia Palmense de Letras (APL), da qual é o atual vice-presidente. Trabalha na Fundação Cultural do Estado, na função de gerente de Literatura.
SERVIÇO Obra - A Casa - (in)cômodos (di)versos Autor - Osmar Casagrande Editora - Kelps Páginas - 132 Gênero - Poesia Contatos: osmar.casagrande@gmail.com
Foto: Auro Giuliano
Escrito por AGL às 19h30
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JJLeandro Queria a força do dia Que empurra o sol Para trás da linha do horizonte.
Queria ser mais forte hoje E não mais fraco que ontem. 
Escrito por AGL às 19h56
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Secretaria de CulturaAbdalla anuncia criação da pasta; classe artística comemora30/01/09 10h55 Patrícia Saturno Da Redação
Depois de anunciar a criação da Diretoria de Cultura, integrada à secretaria Municipal de Educação, o prefeito de Gurupi, Alexandre Abdalla (PR), voltou atrás e anunciou que vai propor a criação da Secretaria Municipal de Cultura. Essa era a reivindicação da classe artística do município, que chegou a criticar publicamente o prefeito por ter se comprometido com a criação da pasta durante a campanha e, posteriormente, anunciado apenas a criação da diretoria.
Com a criação da pasta, o prefeito faz as pazes com a classe. Conselheiro municipal de Cultura e secretário executivo da Academia Gurupiense de Letras, Zacarias Martins afirmou, nessa quinta-feira, 29, que a decisão demonstra sensatez por parte do prefeito e que Abdalla vai ter apoio da classe artística em sua gestão. “O que todos esperam é uma boa administração para a cidade”, declarou.
Martins informou que a criação da pasta é uma das medidas necessárias para que Gurupi possa ser inserida no Sistema Nacional de Cultura – o que garantiria verbas para a área. Segundo ele, para que isso ocorra é preciso que seja criado, também, o Fundo Municipal de Cultura.
Martins destacou ainda a necessidade da elaboração de um Plano Municipal de Cultura, que deverá servir como um guia das ações a serem desenvolvidas no município ao longo dos próximos quatro anos.
O prefeito anunciou a criação da secretaria no dia 23 de janeiro, durante evento de apresentação dos diretores de escolas do município. Porém, a proposta ainda será apreciada pela Câmara Municipal, juntamente com o pacote de propostas da reforma administrativa. Fonte: Site Cleber Toledo
Escrito por AGL às 18h28
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PROMESSA
Ceila Menezes Gurupi - Correspondente
Artistas gurupienses estão apreensivos quanto à notícia que circula na cidade, informando que o prefeito reeleito Alexandre Abdalla (PR) não irá cumprir com uma promessa, realizada durante o período de campanha eleitoral, de criação da Secretaria de Cultura do município. Há cerca de oito anos a cidade e os ativistas culturais contam apenas com uma Fundação Cultural, que por não possuir identidade jurídica, fica impossibilitada de firmar convênios com outras instituições. A idéia, segundo comentários, é transformar a Fundação em um departamento de cultura dentro da Secretaria de Educação.
O escritor e conselheiro do conselho municipal de Cultura, Zacarias Martins diz que há uma apreensão. "Estamos todos apreensivos, caso isso aconteça será um retrocesso para o processo cultural gurupiense", frisa afirmando ainda que a implantação da Secretaria de Cultura, além de viabilizar a inclusão do município no Sistema Nacional de Cultura, facilitaria ainda a captação de recursos para a classe. Segundo ele, a lei orçamentária, que está em tramitação na Câmara de Vereadores, destina mais de R$ 1,2 milhão para a cultura em 2009, ou seja, a nova secretaria irá nascer com uma boa dotação orçamentária.
Para o presidente da Academia Gurupiense de Letras, Eliosmar Veloso, a cultura do município sempre foi relegada a um plano secundário. "Percebe-se uma falta de vontade política para com o setor. Até hoje não foram concluídas as obras do teatro municipal, que fica no prédio do Centro Cultural Mauro Cunha e não se tem previsão de concluí-lo. Durante a campanha eleitoral, muitas foram as promessas dos candidatos e a que mais nos chamou a atenção, foi a criação da Secretaria Municipal de Cultura, prometida pelo então candidato Alexandre Abdalla", diz afirmando que o não cumprimento dessa promessa colocará em xeque a credibilidade do prefeito.
Outro Ponto Procurada pelo Jornal do Tocantins, a presidente da Fundação Cultural de Gurupi, Lucirez Amaral não quis comentar o caso. O Jornal do Tocantins, também, tentou contato com o prefeito, mas a informação foi que ele estaria viajando. Em nota, a assessoria de comunicação da prefeitura de Gurupi informa que a máquina governamental passará por uma reforma administrativa no início de 2009 e que até o momento foram substituídos alguns nomes no primeiro e segundo escalão e outras mudanças ainda podem acontecer, mas isto não é a reforma propriamente dita. Sobre a pasta da Cultura, de acordo com a nota, não há uma palavra definitiva, mas a Fundação Cultural deixará de existir por questões práticas e técnicas. O prefeito deverá se reunir com os artistas para informar os novos planos para a execução das atividades culturais. Sobre o orçamento que está em tramitação na Câmara de Vereadores, a assessoria informa que dentro da possível diretoria de cultura, haverá também um repasse de mais R$ 1,2 milhão para a Cultura.
Publicado originalmente no Jornal do Tocantins, edição de 07/12/2008
Escrito por AGL às 11h25
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Marcus Túlius Cícero Barros Loureiro com a esposa Nívia
José Milton Oliveira Santos, escritor de Palmas
Wátila Misla Fernandes Bonfim reside em Dianópolis
Em assembléia extraordinária realizada na noite de sábado, 15, no Centro Cultural Mauro Cunha, a Academia Gurupiense de Letras elegeu, por unanimidade dos acadêmicos presentes, o escritor Marcus Túlius Cícero Barros Loureiro para ocupar a cadeira de número 13, anteriormente ocupada por seu pai, Milton Loureiro, falecido em 31 de outubro do ano passado, aos 85 anos.
Além de escritor, Marcus Túlius é médico, cronista e poeta, autor dos livros Chambalé (Crônicas) e Meu Velho Amigo (Poesias), ambos publicados em 2000. Têm ainda trabalhos publicados no Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi, edições de 1998 e 2000.Participou da Antologia Literária Internacional Del'Secchi, nas edições de 1998, 2000 e 2002. Em 1998, o seu poema "O Menino de Rua", foi publicado na Antologia do Tocantins e teve ainda participação no livro Asas da Imaginação, publicado em 2001, no Rio de Janeiro, com o poema "Cachorro vira-lata"
MEMBROS CORRESPONDENTES
Também a Academia Gurupiense de Letras elegeu José Milton Oliveira Santos, de Palmas, e Wátila Misla Fernandes Bonfim, de Dianópolis, para o quadro de membros correspondentes।
José Milton Oliveira Santos é escritor e poeta, formado em Licenciatura Plena em Historia da UFT - Universidade Federal do Tocantins, Campus de Porto Nacional. Em 2006, com a poesia "Nós vamos dar o troco", participou da Antologia Literária Mosaicos, da Editora Andross, de São Paulo, cujo lançamento aconteceu na Bienal Internacional do Livro da capital paulista. Anda nesse mesmo ano publicou a poesia "Cidade planeja" no jornal experimental da turma de Comunicação Social da Universidade Federal do Tocantins – Campus de Palmas. Em 2007 participou da Antologia de Contos Folhas ao Vento, também pela Editora Andross, onde publicou o conto "O rei do breik". É autor do livro de poesias "Amor e Paixão", publicado em 2008.
Wátila Misla Fernandes Bonfim, é graduado em História pela UFT e pós-graduado em História Social. Em 2002, ficou em sétimo lugar no I Concurso Talentos Literários do Estado do Tocantins, organizado pela Fundação Cultural do Tocantins.Em 2005, e com o poema "Madrigal quase perfeito", venceu o I Concurso Nacional de Poesia, organizado pela Academia Tocantinense de Letras. Possui trabalhos publicados em nove antologias literárias pelo Brasil afora.
A sessão solene de posse dos novos integrantes da AGl, acontece no próximo dia 30 de novembro, no Centro Cultural Mauro Cunha, a partir das 20 horas. Na oportunidade, serão lançadas três obras póstumas de Milton Loureiro: O Médico e os Anjos (romance), Zoy Y Zô e Orimar – Lendas Parecis (contos). O dinheiro arrecadado com a venda desses livros será revestido para instituições filantrópicas em Gurupi e Corumbá (MS). (Zacarias Martins)
Escrito por AGL às 22h44
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LITERATURA

Em comemoração aos 50 anos da cidade, o escritor Zacarias Martins lança hoje Histórias das História de Gurupi
Ceila Menezes Gurupi - Correspondente
Em mais um lançamento, o poeta, jornalista e escritor Zacarias Martins lança um olhar crítico sobre os acontecimentos e escreve páginas repletas de humor e dizeres, até mesmo exóticos, sobre a cidade de Gurupi no seu mais novo livro, Histórias da História de Gurupi, que será lançado hoje, às 20 horas, no Centro Cultural Mauro Cunha, em Gurupi.
Este é o sétimo livro individual de Martins, sendo o primeiro no gênero de crônicas, uma vez que as publicações anteriores eram todas de poesias. “São 11 crônicas especialmente selecionadas sobre fatos pitorescos que aconteceram na cidade nos últimos 25 anos, muitos dos quais, quase passaram despercebidos à época e que busquei retratar de uma forma diferente, com pinceladas de humor”, afirma Martins.
Entre os fatos relatados em seu livro, Zacarias Martins cita como exemplo a notícia que se espalhara pela cidade, em meados de 1994, de que alguém havia deixado uma bomba na agência da Caixa Econômica Federal, fato que gerou pânico na cidade, tomando conta dos clientes, que imediatamente deixaram o local às pressas. Na época do fato, a polícia foi acionada isolando a agência, fechando o trânsito nas proximidades, chamando a atenção de vários curiosos que se amontoavam na busca de novidades sobre o assunto. No final, constatou-se tratar de uma bomba d’água, dessas utilizadas em cisternas e que havia sido esquecida por um cliente. Além deste fato curioso, o livro apresenta ainda outros sobre a história da cidade.
A obra é ilustrada com fotos atuais e antigas de Gurupi, tendo recebido ainda apreciação crítica da professora de Literatura do Departamento de Letras do Centro Universitário Unirg, Maria Wellitania de Oliveira Cabral. Ela afirma que o elo entre os temas abordados realiza no discurso, crítica política e social, o que ainda, de acordo com a professora, é fruto do conflito entre o mundo ideal e o mundo real, sob o ponto de vista do autor. A professora afirma ainda que o escritor demonstra a convicção de que esses textos contribuem para cidadania e que a sociedade precisa dispor de fontes de informações que possam permitir conhecer o que se passa em sua volta, além de proporcionar aos cidadãos leitores a formação de opiniões próprias sobre tais fatos. “O autor depara-se com a memória e o real, o ontem e o hoje, a busca em conciliar a história e a arte. “Neste sentido, o discurso recorrente desenha o retrato da memória, ou seja, a fantasia do passado, numa tentativa de manter viva a história, a tradição e os movimentos culturais que caracterizam o povo gurupiense”, explica.
Lançamento A programação de lançamento do livro também, contará com a exibição do vídeo-documentário Gurupi - 50 anos, produzido por acadêmicos do quinto e sétimo período do curso de Jornalismo da Unirg, tendo direção do professor Sandro de Oliveira.
O vídeo-documentário resgata a memória de Gurupi por meio de alguns membros importantes da sociedade gurupiense, como pioneiros que chegaram na região por volta da década de 50 ou 60 e que contam como era a cidade, as transformações sofridas e as expectativas para o futuro.
Também faz parte da programação a palestra Novidades e não novidades na obra de Machado de Assis, com o professor Fabiano Donato.
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PERFIL
Jornalista, cronista, conferencista e ativista cultural, Zacarias é paraense, de Belém, mas tocantinense de coração. Reside em Gurupi desde 1983. É autor de seis livros individuais de poesias, tem ainda participação em dezenas de antologias literárias. Atualmente é assessor de imprensa do Hospital de Regional de Gurupi, diretor da Regional Sul da Associação Tocantinense de Imprensa e membro fundador das Academias Tocantinense e Gurupiense de Letras.
É autor dos livros Transas do Coração (1978), O Poeta de Belém (1979), Poetar (1980), O Profeta da Felicidade (1984), Vox Versus (1986) e Pinga-Fogo (2004).
SERVIÇO
O quê - lançamento do livro Histórias da história de Gurupi Quando - hoje Onde - Centro Cultural Mauro Cunha, em Gurupi Horário - a partir das 20 horas Obra - o livro possui 76 páginas e será vendido a R$ 15,00. |
Matéria publicada no Jornal do Tocantins, Caderno Arte & Vida, edição de 11/11/208
Caderno Arte & Vida

Escrito por AGL às 21h34
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LANÇAMENTO LIVRO
Histórias nordestinas em livro de cordel
Os amigos Luiz Severino e Antônio Farias se uniram para contar fatos do Maranhão e do antigo Norte Goiano
Ceila Menezes Gurupi - Correspondente
Ceila Menezes
 Palmares (E), Luiz e Severino: amizade resultou em livro de cordel |
Um filho do Maranhão e o Sonho de um Poeta é o nome do livro escrito pelos amigos nordestinos: Luiz Rodrigues, Severino Ferreira e Antônio Farias da Silva (Palmares), que conta a história de vida de um dos autores, além de fatos verídicos de histórias passadas nos Estados do Maranhão e antigo norte goiano, hoje Tocantins. Todos os fatos são narrados através da literatura de cordel, que além das rima, traz romances vividos na época, lutas e conquistas do povo no ano de 1958. O livro tem 76 páginas e será lançado hoje, a partir das 19h30, no Auditório do Campus I da Unirg, em Gurupi, no sul do Estado. A partir da próxima semana, o livro estará disponível nas bancas e livrarias da cidade pelo preço de R$ 10,00.
Para Luiz Rodrigues, a experiência de fazer o livro em união com os outros colegas trouxe mais conhecimento e aprendizado. “Eu já tinha a história, mas faltava incentivo para poder torná-la pública, com o passar do tempo veio os amigos e tiveram a idéia de acrescentarmos a experiência e o conteúdo dos três. A partir daí, lançamos um novo projeto do livro, e isto vai acontecer agora. Este é o meu primeiro trabalho, mas espero que seja o início de muitos outros que virão”, diz.
Para Severino Ferreira, além da experiência, o livro veio consolidar a amizade dos três. “Tudo começou com uma brincadeira e a partir daí, fomos somando as experiências, dando início a um trabalho que hoje é realidade. Depois de escrito e editado, vi o quanto aprendi com o resultado desta soma que só nos deu felicidade”, avalia.
Já Palmares, que já tem vários exemplares publicados, como Lembranças do Padroeiro Santo Antônio, Reclamação da Filha do Garimpeiro, entre outros, diz que a união para a publicação do livro é um resgate da cultura nordestina. “Foi uma experiência nova este livro, e isto nos reforça a importância do trabalho em grupo. Este livro traz para nós o resgate da cultura nordestina, um livro que me surpreendeu com sua história”, afirma.
| Prestigie |
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O quê - lançamento do livro Um filho do Maranhão e o Sonho de um Poeta Quando - hoje Onde - auditório do Campus I, da Unirg, em Gurupi Horário - 19h30 |
Fonte: Jornal do Tocantins - www.jornaldotocantins.com.br
Escrito por AGL às 22h03
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A Academia Gurupiense de Letras (AGL) lançou edital para preenchimento de quatro vagas na instituição, sendo duas para membros efetivos e duas para correspondentes. No caso dos membros efetivos da AGL, os interessados concorrerão às cadeiras 13 e 14, que ficaram vagas depois do falecimento dos acadêmicos Milton Loureiro e Adão Ferreira.
Os candidatos a uma vaga de imortal da AGL, devem ser residentes em Gurupi há pelo menos três anos e que possuam algum trabalho publicado em livro, não importando o gênero. Precisa ainda ter acima de 35 anos e enviar solicitação de ingresso ao presidente da Academia, acompanhado de currículum vitae e literário, publicações individuais, coletivas ou na imprensa.
As vagas para membros correspondentes são destinadas a escritores que residam em outras cidades do Tocantins, do País e até mesmo, no exterior. Nesse caso, os candidatos devem ter acima de 18 anos e também enviar solicitação de ingresso ao presidente da AGL, sempre acompanhado de curriculum vitae e literário.
As solicitações devem ser enviadas à sede provisória da AGL, situada à Rua Figueiredo de Aguiar, 2041 – Centro – CEP: 77405-030 – Gurupi – TO, até o dia 10 de outubro deste ano. As informações adicionais poderão ser fornecidas pelo presidente da AGL, Eliosmar Veloso, através do telefone (63) 3312-0929.
Uma comissão composta pelos acadêmicos efetivos Zacarias Martins, J. Ribamar dos Santos e Ednéa Rezende, sob a presidência de Martins, ficará responsável por analisar os currículos recebidos e dar um parecer sobre sua admissibilidade ou não.
De acordo com Eliosmar Veloso, a Academia se reunirá em Assembléia Geral Extraordinária no dia 08 de novembro para eleger os novos integrantes da instituição.
Escrito por AGL às 11h26
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Por:Suely Reis Ascom/Sesau
Tal qual um bom vinho que com o passar do tempo fica mais encorpado e com sabor aprazível, assim é a poesia de José Milton, que igualmente parece ter contado com a cumplicidade do tempo para nos brindar com belas páginas poéticas, vez que já vem de longa data que o poeta se enveredou pelos caminhos da poesia". A afirmação é do poeta e jornalista Zacarias Martins, titular da Academia Tocantinense de Letras, que fez uma análise crítica do livro "Amor & Paixão", de autoria do poeta José Milton, servidor público da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), lançamento na tarde terça-feira, 12 de agosto, no hall da Secretaria, em Palmas.
De acordo com Zacarias Martins, prefaciador de "Amor e Paixão", a produção poética de José Milton é despretensiosa e despojada de pseudo-intelectualismo, e encanta tanto pela criatividade e sensibilidade do poeta, quanto pela sonoridade rítmica de seus versos. "O livro chega em boa hora para enriquecer ainda mais o cenário literário tocantinense e aplacar a nossa fome de leitura", garante Martins. Perfil do autor José Milton, nasceu em Ananás, no Estado do Tocantins, em 04 de março de 1977. É o quinto dos oito filhos do lavrador Benício do Espírito Santo e da funcionária pública Rosalina Maria dos Santos. Cursou os primeiros anos do ensino fundamental na Escola Paroquial São Pedro e conclui o ensino médio no Colégio Estadual Getulio Dornelles Vargas. Em 1998 aos 21 anos tornou-se funcionário publico estadual efetivo, aprovado em concurso, mudando-se para a capital, Palmas.
Em 2002 ingressou nos cursos de Licenciatura Plena em Historia da Universidade Federal do Tocantins, Campus de Porto Nacional. Em 2006, com a poesia "Nós vamos dar o troco", participou da "Antologia Literária Mosaicos", da Editora Andross, de São Paulo, cujo lançamento aconteceu na Bienal Internacional do Livro da capital paulista. Ainda nesse mesmo ano publicou a poesia "Cidade planeja" no jornal experimental da turma de Comunicação Social da Universidade Federal do Tocantins – Campus de Palmas. Em 2007 participou da "Antologia de Contos Folhas ao Vento", também pela Editora Andross, onde publicou o conto "O rei do breik".Atualmente trabalha na Secretaria Estadual de Saúde do Tocantins e continua escrevendo poesias. Possui mais de 400 poesias escritas, além de vários projetos literários, dentre eles o projeto de poesias críticas no âmbito político e atualidades, poesias evangélicas e mini-contos.


Fotos: Suely Reis e Makefferismar Santos
Escrito por AGL às 12h29
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VIVER Por Francisca Miranda Aliança do Tocantins/TO

Viver É querer. É lutar, Mesmo perdendo Não se deixar vencer. É morrer pra vida E viver para Deus.
Viver É plantar a semente do amor. É enxergar a beleza Nas coisas mais simples E modificar As coisas fáceis Que estão camufladas de difíceis.
Viver É plantar a semente da verdade E ver crescer uma árvore Espalhando os seus frutos Pelo mundo
Viver É respeitar a natureza. É acreditar que dias melhores virão. É acreditar em si mesmo. É ter sempre a certeza De que Cristo Habita em nossos corações!
Escrito por AGL às 21h37
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PROFECIA DE ANDRÓIDE
Por Zacarias Martins

Esse mundo que não pára. Essa vida por um fio. Estamos em cima de um barril de pólvora. Quem vai acender o pavio?
O amor está biônico. Corações mutilados. Sentimentos corrompidos. Paixões em enlatados.
Tem nome de um número. Celebro de computador. Trabalha, não se cansa. Não reclama, não sente dor.
Tem como parente próximo um reles parafuso. E quando lhe solta à cabeça fica todo confuso.
Um potente óleo lubrificante é o seu alimento substancial. Quando come outra coisa chega até a passar mal.
Mas um dia chegou a fatalidade: - Alguém acendeu o pavio! E o mundo, que era uma bola, Espatifou-se, explodiu.
E para uma Galáxia distante Foram os restos mortais de um planeta chamado Terra, dos tempos bons que não voltam mais.
Escrito por AGL às 21h27
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Por Zacarias Martins
"O Valente Mercador", "Serjão Cachoeira – O Herói de Santo Reis" e "O Empregado e o Salário", são os títulos dos livros de literatura de cordel que o poeta popular J. Ribamar dos Santos estará lançando em noite de autógrafos no próximo sábado, 26, a partir das 20 horas, no Centro Cultural Mauro Cunha, com direito a recital de poesias e apresentação da Banda de Música Municipal Ciney Santos Miranda. O evento é uma iniciativa da AGL - Academia Gurupiense de Letras, com o apóio da Fundação Cultural de Gurupi.
PERIL DO AUTOR Tocantinense de Dueré, J. Ribamar dos Santos há muitos anos reside em Gurupi. É titular da Academia Gurupiense de Letras, onde ocupa a Cadeira de nº 01. Sua estréia oficial no mundo das letras aconteceu em meados de 1998, quando teve trabalhos publicados no "Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi". Também participou do Anuário nas edições de 1999, 2000 e 2004. Seu primeiro livro individual "A Rosa de Ouro & Outros Poemas" , foi publicado em 2003. Nesse mesmo ano integrou as antologias "Anuário de Escritores", "Talentos de um novo tempo" e "Diário do Escritor". Participou, ainda, das antologias literárias "Palavras de Amor" e "Prêmio Anchieta de Poesia", ambas em 2000. Já em 2001, participou da antologia "E por falar em amor...". Em 2002, foi alvo de substanciosa matéria publicada na revista " Almanaque Cultural do Tocantins", órgão de divulgação da Fundação Cultural do Tocantins. Em 2004, teve trabalhos publicados na antologia "Além das Palavras" e publicou o seu segundo livro individual de poemas, intitulado "Alma de Penas". Em 2006 marcou presença na antologia " Amar é tão bom" e conquistou menção honrosa no IX Prêmio Missões, do Rio Grande do Sul, tendo participado de uma antologia reunindo os trabalhos que mais se destacaram nesse prêmio. Em 2007, Com o poema "Soneto da ilusão", participou da Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos – Volume 31, lançada pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), do Rio de Janeiro.
SOBRE A LITERATURA DE CORDEL De acordo com informações da Academia brasileira de Literatura de Cordel, na época dos povos conquistadores greco-romanos, fenícios, cartagineses, saxões, etc, a literatura de cordel já existia, tendo chegado à Península Ibérica (Portugal e Espanha) por volta do século XVI. Na Península a literatura de cordel recebeu os nomes de "pliegos sueltos" (Espanha) e "folhas soltas" ou "volantes" (Portugal). Florescente, principalmente, na área que se estende da Bahia ao Maranhão esta maravilhosa manifestação da inteligência brasileira merecerá no futuro, um estudo mais profundo e criterioso de suas peculiaridades particulares.
De Portugal, a literatura de cordel chegou ao Brasil no balaio e no coração dos nossos colonizadores, instalando-se na Bahia e mais precisamente em Salvador. Dali se irradiou para os demais estados do Nordeste. A pergunta que mais inquieta e intriga os nossos pesquisadores é "Por que exatamente no nordeste?". A resposta não está distante do raciocínio livre nem dos domínios da razão. Como é sabido, a primeira capital da nação foi Salvador, ponto de convergência natural de todas as culturas, permanecendo assim até 1763, quando foi transferida para o Rio de Janeiro.
Na indagação dos pesquisadores, no entanto há lógica, porque os poetas de bancada ou de gabinete, como ficaram conhecidos os autores da literatura de cordel, demoraram a emergir do seio bom da terra natal. Mais tarde, por volta de 1750 é que apareceram os primeiros vates da literatura de cordel oral. Engatinhando e sem nome, depois de relativo longo período, a literatura de cordel recebeu o batismo de poesia popular. Foram esses bardos do improviso os precursores da literatura de cordel escrita.
Escrito por AGL às 19h36
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A Escola de Canuanã, da Fundação Bradesco, em Formoso do Araguaia, respirou poesia na noite de segunda-feira, dia 31 de março. Tudo por conta do sarau lítero-cultural realizado para encerrar com chave de ouro a movimentada programação festiva em comemoração ao Mês da Poesia.
O evento contou com a participação especial do poeta e jornalista Zacarias Martins e que na oportunidade estava representando a Academia Tocantinense de Letras. Já o poeta e cronista José de Ribamar Aves dos Santos, estava representando a Academia Gurupiense de Letras. A festa contou ainda com a presença do poeta e cantador Palmares, além de Chiqunho Chocolate.
Na programação festiva, muita declamação de poemas, apresentações cênicas, de música e de dança, apresentados por alunos de todas as séries e professores que relembraram a trajetória musical de Chiquinha Gonzaga, pioneira maestrina brasileira, na arte do Choro; autora de um dos maiores clássicos do carnaval: a marcha Ô Abre Alas.
Os alunos apresentaram performances sobre a ilustre maestrina homenageada. Algumas apresentações chegaram a emocionar o publico presente, como a de dois casais de crianças que vestidos em traje de época, dançaram uma bela valsa de Chiquinha.
Após as apresentações de alunos e professores, os poetas Zacarias Martins, José de Ribamar e Palmares se revezaram no palco declamando suas poesias. Por último Chiquinho Chokolate entrou em cena, cantando a marcha Ô Abre Alas e outras composições de Chiqunha Gonzaga, bem como sucessos de bandas carnavalescas da Bahia e tudo terminou num grande baile de carnaval.
Fonte: Jornal Cocktail - Gurupi, 04/04/2008
Escrito por AGL às 17h26
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