Na terça-feira, 20/12, o poeta e jornalista Zacarias Martins estará lançando o documentário “Palmares – o Cantador de Cordel”. O evento acontece às 10 horas, na Sala de Treinamentos do HRPG – Hospital Regional Público de Gurupi, no intervalo de uma capacitação profissional destinada a profissionais de enfermagem.
Além de atuar como diretor, Martins também foi responsável pelo roteiro do documentário que conta um pouco da trajetória do poeta popular alagoano Antônio Farias, mais conhecido como Palmares, de 62 anos, que mora em Gurupi desde 1999. Palmares é um dos mais expressivos poetas de literatura de cordel da região Sul do Estado. Ele também se envereda pelos caminhos da música.
"Produzir esse documentário foi uma experiência gratificante”, disse Martins pois há muito tempo pretendia fazer essa homenagem ao amigo Palmares, poeta e companheiro de composições musicais.
TRAJETÓRIA A história de Palmares é cheia de grandes desafios que ele enfrentou até atingir várias conquistas. Era analfabeto, mesmo assim, declamava seus versos para que alguém escrevesse e, dessa forma, registrasse seu trabalho num caderno. Em 2004 matriculou-se num curso de alfabetização que era realizado em parceria com o Sesi e um programa de extensão do Centro Universitário UnirG. Aprendeu a ler e escrever e, depois deu prosseguimento a seus estudos. Neste ano colou grau pela UMA – Universidade da Maturidade, em Gurupi, e agora faz pós-graduação.
Palmares é autor de nove livros, todos de literatura de cordel, nas mais diferentes temáticas, que vão da questão da defesa do meio ambiente, passando por vaquejadas e, até, histórias infantis. Os CD gravados já somam sete, nos ritmos de forró, xaxado e baião. Nos dois últimos trabalhos, ele inovou por causa da religião evangélica que abraçou. As músicas foram gravadas em ritmo de forró gospel.
Foto: Iron Júnior 
| Zacarias Martins
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Escrito por AGL às 20h02
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PROFECIA DE ANDROIDE

Escrito por AGL às 15h56
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Zefinha Louça é homenageada durante Café Literário realizado em Gurupi
Zefinha Louça é homenageada durante Café Literário realizado em Gurupi Zefinha recebeu homenagens dos amigos Zacarias Martins e Zefinha Louça durante o Café Literário
A escritora e poetisa Zefinha Louça foi a primeira homenageada no Café Literário, desenvolvido por professores universitários e intelectuais de Gurupi. O projeto piloto do evento aconteceu no domingo, 29, no período da tarde, na Pizzaria Santo Canto, centro da cidade. Também aconteceram apresentações musicais e recital de poesias de Zefinha Louça. O escritor regionalista Juarez Moreira Filho, autor homenageado da FLIT – Feira Literária Internacional do Tocantins, na 7ª edição do Salão do Livro, veio especialmente de Porto Nacional, onde reside, para apoiar o evento. “Gostei muito desse Café Literário, a iniciativa é louvável e, por isso mesmo, merece ter continuidade”, afirmou Moreira Filho.
Para a professora Wellitania Oliveira o trabalho de Zefinha Louça engrandece a Literatua Tocantinense e, por isso mesmo, deve ser alvo de permanente estudo por parte de pesquisadores, professores e alunos. “Precisamos valorizar os talentos de nossa terra. O Café Literário que começa com Zefinha Louça terá continuidade com outros autores tocantinenses e deve acontecer pelo menos uma vez por mês”, ressaltou Wellitania.
Já Zefinha Louça, emocionada, disse que ficara encantada com essa homenagem, principalmente pela oportunidade de reunir num só evento, pessoas que lhe são muito queridas, e que, igualmente como ela, cultivam o amor à literatura.
O poeta e professor universitário Fabiano Donato discorreu sobre a obra de Zefinha e, especial, de seu livro de poesias “Matizes”. Para Donato, a produção literária de Zefinha Louça amadureceu, ficou mais consistente e o resultado desse trabalho é o surgimento de belas páginas poéticas. Finalizando, Donato fez questão de nominar Zefinha Louça como a Grande Dama da Poesia Tocantinense
Quem também fez quesão de levar um abraço especial à autora foi o poeta e ator Vinícius Martins, lembrando a importância de Zefinha Louça na sua vida. Martins disse que foi brindado com o prefácio de Zefinha louça no seu primeiro livro. E ressaltou: “Ela sempre me incentivou a escrever. Portanto, esta homenagem à Zefinha, é um merecido reconhecimento público por sua importante contribuição no movimento literário do Tocantins”.
SOBRE A AUTORA
Josefa Louça da Trindade, mais conhecida por Zefinha Louça, nasceu no município de Dianópolis, no sudeste do Estado É formada em Estudos Sociais pela UFG, em pedagogia pela UNIRG e Pós Graduada em Língua Portuguesa pela ASOEC de São Gonçalo (RJ). Pertence a Academia Tocantinense de Letras, bem como, à União Brasileira de Escritores (UBE-GO). Têm os seguintes livros publicados: Fatos em Versos, Momentos Poéticos, Matizes (poesias), Turiscultura-Viagens pelo Brasil (crônicas), Os Prathes (história) e Álbum de Viagens, livro que se originou de relatórios das viagens realizadas pela autora.
Para assistir o vídeo clique AQUI
Escrito por AGL às 15h18
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A meninice poética de Carlos de Bayma
A meninice poética de Carlos de Bayma O poeta Carlos de Bayma com sua obra: "O menino incendiário". (Foto: Rodolfo Ward)Por Zacarias Martins Outro dia, pelas mãos do meu confrade da Academia Gurupiense de Letras, J. Ribamar dos Santos, recebi um exemplar autografado do livro O menino incendiário, de autoria do poeta e jornalista Carlos de Bayma (foto), que reside em Palmas e que trabalha na Universidade Federal do Tocantins (UFT). Bayma conheceu J. Ribamar no Centro Cultural, durante uma visita relâmpago à Gurupi, onde participou de um evento acadêmico, quando lhe pediu para que me entregasse a sua obra. Escrito em 2002, O menino incendiário, reúne uma seleção especial de 60 textos que retratam experiências, fragmentos e nuances de lembranças e fantasias de um menino nascido na cidade maranhense de Lima Campos e da necessidade de reconstruir um pouco da vida e do mundo à sua volta, numa perspectiva poética, em forma de um pequeno tratado da infância, da adolescência e dos vislumbres da juventude.
Despida de pseudo-intelectualismo, a poesia de Carlos de Bayma é multiforme e irisada, também chegando a ser ao mesmo tempo singela e cativante, concebida numa construção textual emaranhadas de bons sentimentos que nos remetem ao passado de uma meninice de boas recordações. A estréia oficial de Carlos de Bayma no mundo da literatura ocorreu em meados de 2003, com a publicação do livro de poesias O Arquipelágo. Já em 2005, traria à lume o livro de contos Acerca da sorte e o mistério de Curimbã.
Escrito por AGL às 11h31
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EVENTO DO SESC LER MOSTROU TRABALHOS DO PROJETO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DEBORA CIANY GURUPI – CORRESPONDENTE O Centro de Atividades do Sesc Ler de Gurupi promoveu uma movimentada programação cultural, na noite da última quinta-feira, quando aconteceu a 2ª edição do Sarau Literário. Este ano o evento teve como tema Cordel e o Cantador, servindo também, para mostrar o trabalho desenvolvido pelos alunos do Projeto Educação de Jovens e Adultos que estudam naquela instituição. O Sarau Literário contou com apresentação e releitura de cordel, contenda, piadas, músicas nordestinas, repentes, dança, adivinha, trava língua e teatro. Presença especial foi a do convidado Zacarias Martins. O poeta e ativista cultural que fez um recital de seus poemas e falou um pouco sobre as peculiaridades da literatura de cordel e suas influências na cultura popular. Aprovado Autor de sete livros, dos quais, seis de poesias, Zacarias Martins parabenizou o Sesc Ler pelo uso da literatura de cordel como ferramenta pedagógica de incentivo ao hábito da leitura e à produção textual dos alunos. "A literatura de cordel facilita o ensino-aprendizagem ao mesmo tempo em que estimula a criatividade literária dos alunos", enfatizou. A opinião de Martins também é compartilhada pela coordenadora pedagógica do Sesc Ler de Gurupi, Mara Lúcia Tavares. "Foi plenamente atingido o objetivo desse projeto que é o de proporcionar o conhecimento, a criação e a expressão artística, por meio da literatura de cordel da região, ou da cultura regional do aluno, a fim de conseguir um melhor desempenho na produção e compreensão dos textos que circulam na escola", explicou. Acervo Como parte da programação do sarau, foi festejada também a ampliação do acervo da biblioteca do Sesc Ler de Gurupi, que foi totalmente informatizada e hoje conta com mais de três mil títulos em seu acervo, entre livros dos mais variados gêneros, com destaque para aqueles de cunho literário infantil e adulto, além de jornais e revistas, DVDs e CDs. Publicado no Jornal do Tocantins - Caderno Arte & Vida - Edição de 01.05.2011
Escrito por AGL às 15h27
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PAUSA CULTURAL NA UFT
Escrito por AGL às 15h26
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Filosofia mundana: "Eu sou eu, macaúba é um coco, jacaré é um bicho. Se não foi um filósofo que disse isso, pouco me lixo" jjleandro60@hotmail.com
Escrito por AGL às 15h18
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Honra ao Mérito 
Por Osmar Casagrande
Fui agraciado com uma honraria, coisa rara, nos dias que correm (aliás, não correm, voam!). Mas o importante é que, quanto mais rara, tão mais agradável recebê-la. Não sou dado a honrarias, títulos e que tais, mas desta vez, realmente calou-me fundo pela singeleza de minha ação.
A honraria que recebi foi um diploma de Honra ao Mérito “em reconhecimento à (nossa) contribuição ao fomento da Literatura Tocantinense”, conferido a mim pela Academia Gurupiense de Letras, à qual o dinamismo de Zacarias Martins empresta uma aura de urgência e realização, no desempenhar de suas funções de Secretário Executivo.
O que mais me impressionou nesse ato foi o motivo que fez-me merecedor: as ações que realizei enquanto exerci o cargo (e a responsabilidade) de Gerente de Literatura na Fundação Cultural do Estado do Tocantins, cargo do qual fui defenestrado pelo atual presidente daquela entidade, em fins de março deste ano.
Claro é que, por ter sido dispensado, sempre sentia em meu íntimo um resquício de travo de desgosto, não por não mais exercer a função, mas pela sensação de que havia, de algum modo, falhado em minhas obrigações, e daí a dispensa. Isto posto, torna-se claro que a homenagem ora recebida tem sabor de remédio bom (tipo biotônico) que envolveu-me a alma e curou as possíveis feridas, pois me é nítida a sensação de que a comunidade literária do Tocantins aprovou e aprova o trabalho que desenvolvi e, de algum modo (limitadíssimo, por falta de condições), continuo a desenvolver.
Aprendamos com o fato. O episódio mostra claramente que há falta de preparo e/ou de sensibilidade aos dirigentes (restrinjo-me aqui à área da cultura), já que nem sempre sabem avaliar os reais valores de que dispõem e de que podem dispor.
Estamos em época de definição de dirigentes para os diversos setores do governo do Estado, e o momento é bastante propício ao que vou aventar. Solicito, com a falta de humildade que me vem do fato de ser cidadão consciente de minha condição (porque o cidadão não tem que ser humilde nem servil; tem apenas que exercer seu direito de cidadania!), que o dirigente máximo do Estado do Tocantins, governador eleito para o período 2011-2014 tenha cuidado máximo ao designar seus servidores imediatos. Que tais servidores, minimamente, cumpram a lei, pois o que se vê é que nem mesmo isso acontece.
Não são palavras vãs: a Bolsa de Publicações Dr. Maximiano da Mata Teixeira é uma lei estadual. E foi esquecida durante muito tempo, só retornando seu funcionamento devido ao empenho máximo da deputada Josi Nunes e, de novo ignorada em 2010! Mais: a comunidade artística e ativa na política cultural no Tocantins brigou muito pela instituição do Fundo de Cultura que, depois de muito esforço, foi aprovado e sancionado, e é lei, mas a notícia que temos é que não foi contemplado no orçamento para o próximo ano. De duas uma: é má fé ou incompetência.
Cabe ao novo governador nomear alguém competente para exercer a função. A cultura, senhores, é tudo. O mais é decorrência: educação, política, economia etc., pois todos os ramos de desenvolvimento humano estão adstritos aos traços culturais dos grupamentos humanos. Cuidemos da cultura e estaremos cuidando do homem integralmente.
Uma última palavra aos caros amigos da Academia Gurupiense de Letras: meus queridos, como podem depreender do conteúdo deste texto, vosso ato tão generoso para comigo foi de fundamental importância para meu estado de espírito. Oxalá possamos continuar a trabalhar com afinco em prol da Literatura e da boa política cultural no Tocantins. Todos nós, tocantinenses de nascimento ou por adoção, merecemos crescer e nos desenvolver culturalmente. Muitíssimo obrigado.
----------------------------------------------- Osmar Casagrande (foto) é operário das letras: poeta, contista, cronista. E-mail: osmar.casagrande@gmail.com
Escrito por AGL às 07h49
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No intervalo de uma consulta ou outra com seus pacientes e quando bate a inspiração, o médico Arimatéia Macedo, começa, então, a exercitar seus dotes de poeta, e que o faz com maestria digna dos grandes vates do passado e do presente.
Pois não é que o poeta-médico obteve a quarta colocação no disputadíssimo Concurso Literário Nacional Paz em Prosa & Verso, promovido pelas Edições Alba, de Varginha – MG?
Com o título Paz à Mulher, a poesia de Dr. Arimatéia Macedo ganhou destaque nesse certame devido a seus versos diáfanos e cristalinos, associados a uma ritmia contagiante e que mostram o seu talento multiforme e irisado no universo poético contemporâneo.
O certame contou com o apoio da Academia Varginense de Letras, tendo concorrido 402 textos de autores de várias partes do Brasil,
Conhecedor de longa data do potencial criativo do dr. Arimatéia Macedo como poeta, não me surpreendi com mais essa premiação em sua carreira literária, pois sei que foi merecedor.
A propósito, recentemente ele teve o soneto Um Menestrel Literário, de sua autoria selecionado para participar de uma antologia literária em Portugal.
Por tudo isso e muito mais parabenizo o ilustre poeta-médico que sempre nos presenteia a todos com belas páginas poéticas, mostrando-nos, de forma despretensiosa, que a vida é muito mais do que os nossos olhos conseguem ler. (Zacarias Martins)
Escrito por AGL às 17h32
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Célio Pedreira - Porto Naciona/TO Estava miúdo numa oração de musgo calafetando olhar nos pés do muro.
Assim conluio em doses de lugar nenhum qualquer e alguma tarde.
Desiscar uma rededes sas bem atadas na ceva da atoice gasta ontens.
Como continuava armada nem carece ser só ficar de ardil que a espera vem.
Escrito por AGL às 17h29
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 “Esta obra representa a inquietude, o espanto, a perplexidade do “eu lírico” diante dos acontecimentos da vida, pois o homem é um ser que não sabe viver sem matar, não sabe amar sem ferir, e nem ganhar sem perder”. É assim que o poeta Dourival Santiago define o conjunto de poesias inseridas em “Barco de Pedra”, livro publicado pela Editora Kelps, de Goiânia (GO). Na visão do autor, esse mesmo homem é limitado demais, se perde nos labirintos das circunstâncias e quase sempre não vê a nobreza de seu coração.
Após as primeiras leituras de “Barco de Pedra”, é fácil concordar com a opinião do professor Gesimário de Carvalho, que assina o prefácio da obra, ao afirmar que ver algo de especial na poesia de Dourival Santiago, ressaltando que afora as rimas, o poeta não persegue a forma como o seu ideário. “Sua ambição maior é ser um repositório das situações afetivas mais singelas, mas não menos vitais no cotidiano humano. Tal prática se dá por intermédio de um lirismo simples e cativante, cuja maior escola na nossa poesia foi praticada por Manuel bandeira”, explica o professor.
SOBRE O AUTOR
Dourival Santiago é natural de Miracema do Tocantins, mas reside em Paraíso do Tocantins desde 1970. Em 1977 enveredou-se pelos caminhos das artes cênicas, tendo escrito, atuado e dirigido vários espetáculos teatrais. Em 1982 venceu em Goiânia (GO), o Concurso de Poesias Grandes Talentos. Possui publicados os seguintes livros: “Pegadas do Sol” (Poesias - 1986); “O mundo não vale a minha mãe” (Poesias-1988) e que teve segunda edição ampliada em 2006. “Vida Humana”(Poesias-1994); “Gente do Interior” (Crônicas e Contos - 2004). Participou, ainda, da Antologia poética do V Prêmio SESI de Poesia (1977), V prêmio SESI de Contos tocantinenses (1999) e da coletânea “Na trilha do descobrimento do Brasil” (2000), em Santos (SP).
Dourival Santiago é titular da Academia Tocantinense de Letras, onde ocupa a cadeira 39, cujo patrono é o escritor, educador e humanista Ribeiro da Cunha. Também integra o quadro de Membro Correspondente da Academia Gurupiense de Letras.
Em Paraíso do Tocantins foi diretor de Cultura do Palácio de Cultura Cora Coralina,fundou o Grupo Independente de Teatro do Tocantins (GRITTO), e, em 2009, foi eleito presidente do Conselho Municipal de Cultura de sua cidade.(Zacarias Martins)
Escrito por AGL às 17h26
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 Com o soneto “Sede da Flor’, o poeta tocantinense, José Ribamar dos Santos, obteve Menção Honrosa no Concurso Nacional “Emoções em Prosa & Verso”, promovido pelas Edições Alba e que contou com o apoio da Academia Varginense de Letras, Artes e Ciências, da cidade de Varginha, MG.
Ao todo foram inscritos nesse certame literário, 392 textos de autores de 19 Estados e do Distrito Federal, sendo que a comissão julgadora selecionou 55 que integram, agora, a antologia intitulada de “Emoções em Prosa & Verso”e que foi lançada no final do ano passado.
PERFIL DO AUTOR José Ribamar dos Santos é nasceu em Dueré (TO), mas reside em Gurupi, onde trabalha na Secretaria Municipal de Cultura. O poeta é titular da Academia Gurupiense de Letras, onde ocupa a Cadeira de nº 01. Sua estréia oficial no mundo das letras aconteceu em meados de 1998, quando teve trabalhos publicados no "Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi". Também participou das edições de 1999, 2000 e 2004. Seu primeiro livro individual "A Rosa de Ouro & Outros Poemas", foi publicado em 2003. Nesse mesmo ano integrou as antologias "Anuário de Escritores", "Talentos de um novo tempo" e "Diário do Escritor". Participou, ainda, das antologias literárias "Palavras de Amor" e "Prêmio Anchieta de Poesia", ambas em 2000. Já em 2001, participou da antologia "E por falar em amor...". Em 2002, foi alvo de substanciosa matéria publicada na revista “Almanaque Cultural do Tocantins", órgão de divulgação da Fundação Cultural do Tocantins. Em 2004, teve trabalhos publicados na antologia "Além das palavras" e publicou o seu segundo livro individual de poemas, intitulado "Alma de Penas". Em 2006 participou das antologias “Amar é tão bom" e conquistou menção honrosa no IX Prêmio Missões, do Rio Grande do Sul, tendo participado de uma antologia reunindo os trabalhos que mais se destacaram nesse prêmio. Em 2008 participou da “Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos” – Volume 31, lançada pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), do Rio de Janeiro. (Zacarias Martins)
Escrito por AGL às 17h18
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Divinópolis do Tocantins ganha uma representante da Academia Gurupiense de Letras 
Zacarias Martins, secretário-executivo da AGL, deu as boas-vindas à Suely
Pela primeira vez na história de Divinópolis do Tocantins aconteceu uma sessão solene de Academia de Letras . Integrantes da AGL (Acaemia Gurupiense de Letras), escritores Zacarias Martins, Gil Correia e J. Ribamar dos Santos, estiveram na sexta-feira, 6, na cidade, para comandar a Sessão Solene de Posse da poetisa Suely Mota da Rocha no quadro de Membros Correspondentes da instituição. A solenidade aconteceu nas dependências no salão de eventos da Escola Municipal Isabel Carlos Wanderley e contou com a presença do vice-prefeito de Divinópolis do Tocantins, Romão Wanderley, do presidente da Câmara de Vereadores, Círio Pires, além da secretária de Educação do município, Dilza Oliveira de Sá, professores e uma expressiva platéia de convidados, todos, ávidos para conhecer um pouco dos mecanismos de funcionamento de uma Academia de Letras. Presidindo a mesa de autoridades, o escritor Zacarias Martins fez o discurso de saudação à nova acadêmica da AGL, destacando tanto a sua produção literária quanto o Projeto Paiol Literário, colocado em prática por Suely na biblioteca daquela escola e que tem por objetivo despertar nos alunos o gosto pela leitura. Suely Rocha fez a promessa acadêmica e após ser declarada empossada como Membro Correspondente da AGL, recebeu o seu diploma pelas mãos da secretária de Educação Dilza Oliveira de Sá. Ato contínuo, a nova imortal da Academia Gurupiense de Letras proferiu o seu pronunciamento, e agradeceu o apóio que recebeu dos membros da Academia que votaram favoráveis ao seu ingresso. "Receber este diploma é para mim, além de uma honra, é, também muito gratificante, pois me estimula ainda mais a continuar trilhando no maravilhoso caminho das letras", finalizou Suely.
Escrito por AGL às 07h49
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CONSULTA Cantiga no dia do médico
Célio Pedreira - Porto Nacional/TO
Trago-lhe minhas causas e nem sei os provéns. As vezes parece fogo outras é sacrifício inerte.
Apura uma viveza própria sem meu mando e sempre ofende sempre anoitece como privação de ver além do dentro.
Me disseram que padeço de alma que remédio não alcança esses breves. Mas quero o seu perceber para satisfazer minhas algias.
Escrito por AGL às 20h05
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 Em Assembléia Geral Extraordinária realizada na tarde desta sexta-feira, 16, foi eleita por aclamação a nova diretoria da Associação de Artes de Gurupi (AAG), que ficou assim constituída: Lucirez Amaral -foto- (Artista-Plástica, Presidente), Roberto José Ribeiro (Professor e Historiador, Vice-Presidente), Zacarias Martins (Poeta e Jornalista, Secretário), José de Ribamar Alves dos Santos (Poeta e Cronista, Tesoureiro) e Audimar Dionísio dos Santos (Diretor Teatral, Diretor de Relações Públicas. Como suplentes da diretoria foram eleitas as atrizes Débora Cruz da Silva e Elisângela Maria Duarte, além da animadora cultural Ana Aires da Silva Para o Conselho Fiscal, foram eleitos os membros titulares escultor João Paulo de Oliveira Maciel, o poeta Netto Amorim e o músico Fernando Scotta. Na suplência ficaram a poeta Ana Márcia Soouza Barros da Silva, (que recentemente também foi eleita para presidir a Academia Gurupiense de Letras), o músico Silon Alves dos Santos (atual presidente da Associação dos Músicos e Compositores de Gurupoie Região), além do ator e produtor cultural Vinícius Martins.
Dentre as metas da diretoria eleita da AAG estão a reestruturação da entidade para o fortalecimento da classe artística gurupiense, bem como, continuar lutando para construção do Teatro Municipal que até hoje continua inacabado, além de fazer gestões junto ao poder público municipal, estadual e federal no sentido de se garantir mais verbas para as atividades culturais na cidade. A posse da nova diretoria está prevista para acontecer no próximo dia 29 de outubro, no Centro Cultural Mauro Cunha, quando na oportunidade, também será realizado o Seminário Intermunicipal de Cultura.
Escrito por AGL às 06h31
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