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Novos rumos para as letras em Gurupi, no Tocantins

Novos rumos para as letras em Gurupi


A nova sede da Academia Gurupiense de Letras

“Um marco na história da cultura de Gurupi”.  A afirmação é a do escritor José Maciel de Brito, presidente da Academia Gurupiense de Letras (AGL), durante solenidade de inauguração da sede instituição, sábado passado e que contou com a presença de intelectuais, autoridades e do público amante das letras

O presidente da AGL disse que a inauguração é uma grande conquista para a classe artística da cidade e coloca Gurupi mais uma vez na vanguarda dos movimentos culturais no Tocantins.

“Em nossa instituição, professores, estudantes e a população em geral terão um contato mais direto com os integrantes da academia. Também estamos abertos para um proveitoso intercâmbio cultural’, afirmou Maciel, ressaltando que a sede da AGL passa a ser agora, também um local de referência da literatura gurupiense.

A sede da AGL está localizada à Av. Paraíba, 1940 – Centro – CEP: 77402-970 – Gurupi – TO. O e-mail é: agl-to@bol.com.br

Projetos

Sobre os projetos que da AGL pretende colocar em prática no decorrer deste ano, Maciel explica que a academia pretende  uma maior proximidade com o poder público e com instituições privadas para a realização de parcerias, visando o fomento da atividade literária na cidade.

A realização do Festival Adão Ferreira de Poesia Falada, com a posterior publicação de uma antologia com os melhores trabalhos selecionados, também está no plano de ação da diretoria da AGL, informou o preside. Ele explicou, ainda, que a instituição está fazendo gestão junto à Reitoria do Centro Universitário Unirg, para que seja adotada, nos exames do vestibular, uma obra de autor de Gurupi de forma permanente.

“Temos muitos talentos literários em Gurupi e que precisam ser valorizados, principalmente, pelas instituições educacionais existentes na cidade”, enfatizou o presidente da AGL.

Para o mês de maio, a AGL pretende realizar um grande encontro com representantes de todas as Academias de Letras do Tocantins para se buscar formas  de se desenvolver um trabalho conjunto, visando o fomento da atividade literária no Estado.

Trajetória

A Academia Gurupiense de Letras é a mais antiga instituição do gênero no interior tocantinense. Reconhecida como sendo de Utilidade Pública Municipal, a AGL foi fundada em 30 de novembro de 1999 por iniciativa dos escritores Zacarias Martins e Gilberto Correia da Silva. É uma entidade cultural, sem fins lucrativos, de caráter predominantemente literário, criada com o objetivo de congregar pessoas amantes das letras e intelectuais de todas as vertentes, bem como, propugnar por todos os meios ao seu alcance pela difusão, promoção e conservação evolutiva da cultura, incentivando sempre a criação literária.

Possui 40 cadeiras para os membros efetivos, das quais, 26 estão ocupadas. Também conta com o quadro de membros correspondentes, destinado a escritores que residem em outras localidades do Estado, do Brasil ou até mesmo do exterior. Dentre seus membros correspondentes estão o ex-governador de Alagoas, Divaldo Suruagy e o contista, crítico, biógrafo e um dos escritores mais publicados e conhecidos de Santa Catarina, Enéas Athanázio, além da escritora  Thereza Freire Vieira, presidente da Academia  de Letras de Taubaté (SP).  No Tocantins, são membros correspondentes da AGL, os escritores Juarez Moreira Filho (Porto Nacional), Dourival Santiago (Paraíso do Tocantins), e Suely Rocha (Divinópolis do Tocantins), dentre outros.

Imortais da AGL em noite de festa literária

Diretoria da AGL

Presidente: José Maciel de Brito

Vice-presidente: Eliosmar Veloso

Secretário-Executivo: Zacarias Martins

Tesoureira: Marilde de Almeida Gomes

 

Suplentes da Diretoria:

Ana Márcia Barros Sousa da Silva

José de Ribamar Alves dos Santos

 

Orador Oficial: Gilberto correia da Silva

 

Conselho Fiscal – Titulares

Ednéa Amâncio da Silva Rezende

Marcus Tullius Cícero Barros Loureiro

Maria de Jesus Souza Lima

 

Conselho Fiscal – Suplentes

José Carlos Ribeiro da Silva

Deusderes Alves Acácio

João Gomes da Silva.

 

(Publicado originalmente no Jornal do Tocantins, edição de 14.02.2012)



Escrito por AGL às 09h14
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A POÉTICA DE CÉLIO PEDREIRA



Escrito por AGL às 09h05
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A FÁBULA DAS DUAS MUTUCAS DE GURUPI



Escrito por AGL às 09h01
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Documentário sobre poeta de literatura de cordel será lançado em Gurupi

 

Na terça-feira, 20/12, o poeta e jornalista Zacarias Martins estará  lançando o documentário “Palmares – o Cantador de Cordel”. O evento acontece  às 10 horas, na Sala de Treinamentos do HRPG – Hospital Regional Público de Gurupi, no intervalo de uma capacitação profissional destinada a profissionais de enfermagem.

Além de atuar como diretor,  Martins também foi  responsável pelo roteiro do documentário que conta um pouco da trajetória do poeta popular alagoano Antônio Farias, mais conhecido como Palmares, de 62 anos, que mora em Gurupi desde 1999. Palmares é um dos mais expressivos poetas de literatura de cordel da região Sul do Estado. Ele também se envereda pelos caminhos da música.

"Produzir esse documentário foi uma experiência gratificante”, disse Martins  pois  há muito tempo pretendia fazer essa homenagem ao amigo Palmares, poeta e companheiro de composições musicais.

TRAJETÓRIA
A história de Palmares é cheia de grandes desafios que ele enfrentou até atingir várias conquistas. Era analfabeto, mesmo assim, declamava seus versos para que alguém escrevesse e, dessa forma, registrasse seu trabalho num caderno. Em 2004 matriculou-se num curso de alfabetização que era realizado em parceria com o Sesi e  um programa de extensão do Centro Universitário UnirG. Aprendeu a ler e escrever e, depois deu
  prosseguimento a seus estudos. Neste ano colou grau pela UMA – Universidade da Maturidade, em Gurupi, e agora faz pós-graduação.

Palmares é autor de nove livros, todos  de literatura de cordel, nas mais diferentes temáticas, que vão  da questão da defesa do meio ambiente, passando por vaquejadas e, até, histórias infantis. Os CD gravados já somam sete,  nos ritmos de forró, xaxado e baião. Nos dois últimos trabalhos, ele inovou por causa da religião evangélica que abraçou. As músicas foram gravadas em ritmo  de forró gospel. 
Foto: Iron Júnior

Zacarias  Martins




Escrito por AGL às 20h02
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PROFECIA DE ANDROIDE



Escrito por AGL às 15h56
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Zefinha Louça é homenageada durante Café Literário realizado em Gurupi

Zefinha Louça é homenageada durante Café Literário realizado em Gurupi

Zefinha recebeu homenagens dos amigos

Zacarias Martins e Zefinha Louça durante o Café Literário

A escritora e poetisa Zefinha Louça foi a primeira homenageada no Café Literário, desenvolvido por professores universitários e intelectuais de Gurupi. O projeto piloto do evento aconteceu no domingo, 29, no período da tarde, na Pizzaria Santo Canto, centro da cidade. Também aconteceram apresentações musicais e recital de poesias de Zefinha Louça.

O escritor regionalista Juarez Moreira Filho, autor homenageado da FLIT – Feira Literária Internacional do Tocantins, na 7ª edição do Salão do Livro, veio especialmente de Porto Nacional, onde reside, para apoiar o evento. “Gostei muito desse Café Literário, a iniciativa é louvável e, por isso mesmo, merece ter continuidade”, afirmou Moreira Filho.

Para a professora Wellitania Oliveira o trabalho de Zefinha Louça engrandece a Literatua Tocantinense e, por isso mesmo, deve ser alvo de permanente estudo por parte de pesquisadores, professores e alunos. “Precisamos valorizar os talentos de nossa terra. O Café Literário que começa com Zefinha Louça terá continuidade com outros autores tocantinenses e deve acontecer pelo menos uma vez por mês”, ressaltou Wellitania.

Já Zefinha Louça, emocionada, disse que ficara encantada com essa homenagem, principalmente pela oportunidade de reunir num só evento, pessoas que lhe são muito queridas, e que, igualmente como ela, cultivam o amor à literatura.

O poeta e professor universitário Fabiano Donato discorreu sobre a obra de Zefinha e, especial, de seu livro de poesias “Matizes”. Para Donato, a produção literária de Zefinha Louça amadureceu, ficou mais consistente e o resultado desse trabalho é o surgimento de belas páginas poéticas. Finalizando, Donato fez questão de nominar Zefinha Louça como a Grande Dama da Poesia Tocantinense

Quem também fez quesão de levar um abraço especial à autora foi o poeta e ator Vinícius Martins, lembrando a importância de Zefinha Louça na sua vida. Martins disse que foi brindado com o prefácio de Zefinha louça no seu primeiro livro. E ressaltou: “Ela sempre me incentivou a escrever. Portanto, esta homenagem à Zefinha, é um merecido reconhecimento público por sua importante contribuição no movimento literário do Tocantins”.

SOBRE A AUTORA

Josefa Louça da Trindade, mais conhecida por Zefinha Louça, nasceu no município de Dianópolis, no sudeste do Estado É formada em Estudos Sociais pela UFG, em pedagogia pela UNIRG e Pós Graduada em Língua Portuguesa pela ASOEC de São Gonçalo (RJ). Pertence a Academia Tocantinense de Letras, bem como, à União Brasileira de Escritores (UBE-GO). Têm os seguintes livros publicados: Fatos em Versos, Momentos Poéticos, Matizes (poesias), Turiscultura-Viagens pelo Brasil (crônicas), Os Prathes (história) e Álbum de Viagens, livro que se originou de relatórios das viagens realizadas pela autora.

Para assistir o vídeo clique AQUI


Escrito por AGL às 15h18
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A meninice poética de Carlos de Bayma

A meninice poética de Carlos de Bayma

O poeta Carlos de Bayma com sua obra: "O menino incendiário". (Foto: Rodolfo Ward)

Por Zacarias Martins

Outro dia, pelas mãos do meu confrade da Academia Gurupiense de Letras, J. Ribamar dos Santos, recebi um exemplar autografado do livro O menino incendiário, de autoria do poeta e jornalista Carlos de Bayma (foto), que reside em Palmas e que trabalha na Universidade Federal do Tocantins (UFT).

Bayma conheceu J. Ribamar no Centro Cultural, durante uma visita relâmpago à Gurupi, onde participou de um evento acadêmico, quando lhe pediu para que me entregasse a sua obra.

Escrito em 2002, O menino incendiário, reúne uma seleção especial de 60 textos que retratam experiências, fragmentos e nuances de lembranças e fantasias de um menino nascido na cidade maranhense de Lima Campos e da necessidade de reconstruir um pouco da vida e do mundo à sua volta, numa perspectiva poética, em forma de um pequeno tratado da infância, da adolescência e dos vislumbres da juventude.

Despida de pseudo-intelectualismo, a poesia de Carlos de Bayma é multiforme e irisada, também chegando a ser ao mesmo tempo singela e cativante, concebida numa construção textual emaranhadas de bons sentimentos que nos remetem ao passado de uma meninice de boas recordações.

A estréia oficial de Carlos de Bayma no mundo da literatura ocorreu em meados de 2003, com a publicação do livro de poesias O Arquipelágo. Já em 2005, traria à lume o livro de contos Acerca da sorte e o mistério de Curimbã.



Escrito por AGL às 11h31
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SARAU - Cordel domina noite literária em Gurupi

EVENTO DO SESC LER MOSTROU TRABALHOS DO PROJETO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

DEBORA CIANY

GURUPI – CORRESPONDENTE

O Centro de Atividades do Sesc Ler de Gurupi promoveu uma movimentada programação cultural, na noite da última quinta-feira, quando aconteceu a 2ª edição do Sarau Literário. Este ano o evento teve como tema Cordel e o Cantador, servindo também, para mostrar o trabalho desenvolvido pelos alunos do Projeto Educação de Jovens e Adultos que estudam naquela instituição. O Sarau Literário contou com apresentação e releitura de cordel, contenda, piadas, músicas nordestinas, repentes, dança, adivinha, trava língua e teatro.

Presença especial foi a do convidado Zacarias Martins. O poeta e ativista cultural que fez um recital de seus poemas e falou um pouco sobre as peculiaridades da literatura de cordel e suas influências na cultura popular.

Aprovado

Autor de sete livros, dos quais, seis de poesias, Zacarias Martins parabenizou o Sesc Ler pelo uso da literatura de cordel como ferramenta pedagógica de incentivo ao hábito da leitura e à produção textual dos alunos. "A literatura de cordel facilita o ensino-aprendizagem ao mesmo tempo em que estimula a criatividade literária dos alunos", enfatizou.

A opinião de Martins também é compartilhada pela coordenadora pedagógica do Sesc Ler de Gurupi, Mara Lúcia Tavares. "Foi plenamente atingido o objetivo desse projeto que é o de proporcionar o conhecimento, a criação e a expressão artística, por meio da literatura de cordel da região, ou da cultura regional do aluno, a fim de conseguir um melhor desempenho na produção e compreensão dos textos que circulam na escola", explicou.

Acervo

Como parte da programação do sarau, foi festejada também a ampliação do acervo da biblioteca do Sesc Ler de Gurupi, que foi totalmente informatizada e hoje conta com mais de três mil títulos em seu acervo, entre livros dos mais variados gêneros, com destaque para aqueles de cunho literário infantil e adulto, além de jornais e revistas, DVDs e CDs.

Publicado no Jornal do Tocantins - Caderno Arte & Vida - Edição de 01.05.2011



Escrito por AGL às 15h27
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PAUSA CULTURAL NA UFT



Escrito por AGL às 15h26
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Filosofia mundana:

"Eu sou eu,
macaúba é um coco,
jacaré é um bicho.
Se não foi um filósofo
que disse isso,
pouco me lixo"


jjleandro60@hotmail.com



Escrito por AGL às 15h18
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Honra ao Mérito


Por Osmar Casagrande

Fui agraciado com uma honraria, coisa rara, nos dias que correm (aliás, não correm, voam!). Mas o importante é que, quanto mais rara, tão mais agradável recebê-la. Não sou dado a honrarias, títulos e que tais, mas desta vez, realmente calou-me fundo pela singeleza de minha ação.

A honraria que recebi foi um diploma de Honra ao Mérito “em reconhecimento à (nossa) contribuição ao fomento da Literatura Tocantinense”, conferido a mim pela Academia Gurupiense de Letras, à qual o dinamismo de Zacarias Martins empresta uma aura de urgência e realização, no desempenhar de suas funções de Secretário Executivo.

O que mais me impressionou nesse ato foi o motivo que fez-me merecedor: as ações que realizei enquanto exerci o cargo (e a responsabilidade) de Gerente de Literatura na Fundação Cultural do Estado do Tocantins, cargo do qual fui defenestrado pelo atual presidente daquela entidade, em fins de março deste ano.

Claro é que, por ter sido dispensado, sempre sentia em meu íntimo um resquício de travo de desgosto, não por não mais exercer a função, mas pela sensação de que havia, de algum modo, falhado em minhas obrigações, e daí a dispensa. Isto posto, torna-se claro que a homenagem ora recebida tem sabor de remédio bom (tipo biotônico) que envolveu-me a alma e curou as possíveis feridas, pois me é nítida a sensação de que a comunidade literária do Tocantins aprovou e aprova o trabalho que desenvolvi e, de algum modo (limitadíssimo, por falta de condições), continuo a desenvolver.

Aprendamos com o fato. O episódio mostra claramente que há falta de preparo e/ou de sensibilidade aos dirigentes (restrinjo-me aqui à área da cultura), já que nem sempre sabem avaliar os reais valores de que dispõem e de que podem dispor.

Estamos em época de definição de dirigentes para os diversos setores do governo do Estado, e o momento é bastante propício ao que vou aventar. Solicito, com a falta de humildade que me vem do fato de ser cidadão consciente de minha condição (porque o cidadão não tem que ser humilde nem servil; tem apenas que exercer seu direito de cidadania!), que o dirigente máximo do Estado do Tocantins, governador eleito para o período 2011-2014 tenha cuidado máximo ao designar seus servidores imediatos. Que tais servidores, minimamente, cumpram a lei, pois o que se vê é que nem mesmo isso acontece.

Não são palavras vãs: a Bolsa de Publicações Dr. Maximiano da Mata Teixeira é uma lei estadual. E foi esquecida durante muito tempo, só retornando seu funcionamento devido ao empenho máximo da deputada Josi Nunes e, de novo ignorada em 2010! Mais: a comunidade artística e ativa na política cultural no Tocantins brigou muito pela instituição do Fundo de Cultura que, depois de muito esforço, foi aprovado e sancionado, e é lei, mas a notícia que temos é que não foi contemplado no orçamento para o próximo ano. De duas uma: é má fé ou incompetência.

Cabe ao novo governador nomear alguém competente para exercer a função. A cultura, senhores, é tudo. O mais é decorrência: educação, política, economia etc., pois todos os ramos de desenvolvimento humano estão adstritos aos traços culturais dos grupamentos humanos. Cuidemos da cultura e estaremos cuidando do homem integralmente.

Uma última palavra aos caros amigos da Academia Gurupiense de Letras: meus queridos, como podem depreender do conteúdo deste texto, vosso ato tão generoso para comigo foi de fundamental importância para meu estado de espírito. Oxalá possamos continuar a trabalhar com afinco em prol da Literatura e da boa política cultural no Tocantins. Todos nós, tocantinenses de nascimento ou por adoção, merecemos crescer e nos desenvolver culturalmente. Muitíssimo obrigado.

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Osmar Casagrande (foto) é operário das letras: poeta, contista, cronista. E-mail: osmar.casagrande@gmail.com



Escrito por AGL às 07h49
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Arimatéia Macedo:de médico e de poeta



No intervalo de uma consulta ou outra com seus pacientes e quando bate a inspiração, o médico Arimatéia Macedo, começa, então, a exercitar seus dotes de poeta, e que o faz com maestria digna dos grandes vates do passado e do presente.

Pois não é que o poeta-médico obteve a quarta colocação no disputadíssimo Concurso Literário Nacional Paz em Prosa & Verso, promovido pelas Edições Alba, de Varginha – MG?

Com o título Paz à Mulher, a poesia de Dr. Arimatéia Macedo ganhou destaque nesse certame devido a seus versos diáfanos e cristalinos, associados a uma ritmia contagiante e que mostram o seu talento multiforme e irisado no universo poético contemporâneo.

O certame contou com o apoio da Academia Varginense de Letras, tendo concorrido 402 textos de autores de várias partes do Brasil,

Conhecedor de longa data do potencial criativo do dr. Arimatéia Macedo como poeta, não me surpreendi com mais essa premiação em sua carreira literária, pois sei que foi merecedor.

A propósito, recentemente ele teve o soneto Um Menestrel Literário, de sua autoria selecionado para participar de uma antologia literária em Portugal.

Por tudo isso e muito mais parabenizo o ilustre poeta-médico que sempre nos presenteia a todos com belas páginas poéticas, mostrando-nos, de forma despretensiosa, que a vida é muito mais do que os nossos olhos conseguem ler. (Zacarias Martins)



Escrito por AGL às 17h32
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Rede de pescar na varanda

Célio Pedreira - Porto Naciona/TO

 

Estava miúdo
numa oração de musgo
calafetando olhar
nos pés do muro.

Assim conluio em doses
de lugar nenhum qualquer
e alguma tarde.

Desiscar uma rededes
sas bem atadas
na ceva da atoice
gasta ontens.

Como continuava armada
nem carece ser
só ficar de ardil
que a espera vem.



Escrito por AGL às 17h29
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A navegação poética de Dourival Santiago


“Esta obra representa a inquietude, o espanto, a perplexidade do “eu lírico” diante dos acontecimentos da vida, pois o homem é um ser que não sabe viver sem matar, não sabe amar sem ferir, e nem ganhar sem perder”. É assim que o poeta Dourival Santiago define o conjunto de poesias inseridas em “Barco de Pedra”, livro publicado pela Editora Kelps, de Goiânia (GO). Na visão do autor, esse mesmo homem é limitado demais, se perde nos labirintos das circunstâncias e quase sempre não vê a nobreza de seu coração.

Após as primeiras leituras de “Barco de Pedra”, é fácil concordar com a opinião do professor Gesimário de Carvalho, que assina o prefácio da obra, ao afirmar que ver algo de especial na poesia de Dourival Santiago, ressaltando que afora as rimas, o poeta não persegue a forma como o seu ideário. “Sua ambição maior é ser um repositório das situações afetivas mais singelas, mas não menos vitais no cotidiano humano. Tal prática se dá por intermédio de um lirismo simples e cativante, cuja maior escola na nossa poesia foi praticada por Manuel bandeira”, explica o professor.

SOBRE O AUTOR

Dourival Santiago é natural de Miracema do Tocantins, mas reside em Paraíso do Tocantins desde 1970. Em 1977 enveredou-se pelos caminhos das artes cênicas, tendo escrito, atuado e dirigido vários espetáculos teatrais. Em 1982 venceu em Goiânia (GO), o Concurso de Poesias Grandes Talentos. Possui publicados os seguintes livros: “Pegadas do Sol” (Poesias - 1986); “O mundo não vale a minha mãe” (Poesias-1988) e que teve segunda edição ampliada em 2006. “Vida Humana”(Poesias-1994); “Gente do Interior” (Crônicas e Contos - 2004). Participou, ainda, da Antologia poética do V Prêmio SESI de Poesia (1977), V prêmio SESI de Contos tocantinenses (1999) e da coletânea “Na trilha do descobrimento do Brasil” (2000), em Santos (SP).

Dourival Santiago é titular da Academia Tocantinense de Letras, onde ocupa a cadeira 39, cujo patrono é o escritor, educador e humanista Ribeiro da Cunha. Também integra o quadro de Membro Correspondente da Academia Gurupiense de Letras.

Em Paraíso do Tocantins foi diretor de Cultura do Palácio de Cultura Cora Coralina,fundou o Grupo Independente de Teatro do Tocantins (GRITTO), e, em 2009, foi eleito presidente do Conselho Municipal de Cultura de sua cidade.(Zacarias Martins)



Escrito por AGL às 17h26
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Poeta José Ribamar dos Santos participa de antologia nacional


Com o soneto “Sede da Flor’, o poeta tocantinense, José Ribamar dos Santos, obteve Menção Honrosa no Concurso Nacional “Emoções em Prosa & Verso”, promovido pelas Edições Alba e que contou com o apoio da Academia Varginense de Letras, Artes e Ciências, da cidade de Varginha, MG.

Ao todo foram inscritos nesse certame literário, 392 textos de autores de 19 Estados e do Distrito Federal, sendo que a comissão julgadora selecionou 55 que integram, agora, a antologia intitulada de “Emoções em Prosa & Verso”e que foi lançada no final do ano passado.

PERFIL DO AUTOR
José Ribamar dos Santos é nasceu em Dueré (TO), mas reside em Gurupi, onde trabalha na Secretaria Municipal de Cultura. O poeta é titular da Academia Gurupiense de Letras, onde ocupa a Cadeira de nº 01. Sua estréia oficial no mundo das letras aconteceu em meados de 1998, quando teve trabalhos publicados no "Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi". Também participou das edições de 1999, 2000 e 2004. Seu primeiro livro individual "A Rosa de Ouro & Outros Poemas", foi publicado em 2003. Nesse mesmo ano integrou as antologias "Anuário de Escritores", "Talentos de um novo tempo" e "Diário do Escritor". Participou, ainda, das antologias literárias "Palavras de Amor" e "Prêmio Anchieta de Poesia", ambas em 2000. Já em 2001, participou da antologia "E por falar em amor...". Em 2002, foi alvo de substanciosa matéria publicada na revista “Almanaque Cultural do Tocantins", órgão de divulgação da Fundação Cultural do Tocantins. Em 2004, teve trabalhos publicados na antologia "Além das palavras" e publicou o seu segundo livro individual de poemas, intitulado "Alma de Penas". Em 2006 participou das antologias “Amar é tão bom" e conquistou menção honrosa no IX Prêmio Missões, do Rio Grande do Sul, tendo participado de uma antologia reunindo os trabalhos que mais se destacaram nesse prêmio. Em 2008 participou da “Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos” – Volume 31, lançada pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), do Rio de Janeiro. (Zacarias Martins)



Escrito por AGL às 17h18
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